Após semanas de atividade frenética, planificações, decisões, contratempos, soluções, e muitas horas de sono perdidas, vemos nascer os nossos vinhos. O stress ficou para trás, e agora vemos os resultados de todo esse esforço.
Todos serão diferentes, iremos tratar, cuidar, mimar e educar da melhor forma possível, como se fossem os nossos filhos.
Após semanas de atividade frenética, planificações, decisões, contratempos, soluções, e muitas horas de sono perdidas, vemos nascer os nossos vinhos. O stress ficou para trás, e agora vemos os resultados de todo esse esforço.
Todos serão diferentes, iremos tratar, cuidar, mimar e educar da melhor forma possível, como se fossem os nossos filhos.
É um período importante para qualquer recém-nascido, o vinho está muito reativo e disposto a modelar a sua personalidade e o seu carácter. Como na educação de um filho, iremos observar as suas virtudes para as potenciar e detetar as suas carências para as compensar. As análises dão muita informação (pH, %vol, AV, AT, IPT, entre outras), mas não permitem conhecer o nosso “filho” se não lhe prestarmos atenção, ou seguir-lhe e ajudá-lo, tudo isto através da prova.
A PROVA é ainda uma poderosa ferramenta para o desenho e criação dos vinhos. Mas como realizamos uma prova na adega?
Uma prova requer esforço, tempo e dinheiro, sendo necessário rentabilizar ao máximo definindo bem os objetivos para, desta forma, obter os resultados para os trabalhar.
Na AZ3 baseamo-nos no conhecimento do vinho, e defendemos que a prova tem uma importância muito importante. Provamos milhares de vinhos, em centenas de adegas, com centenas de enólogos, com dezenas de objetivos. Observamos frequentemente que a prova pode ser rentável, melhorando a sua eficácia e a sua eficiência.
Algumas das deficiências mais observadas são as definições difusas de critérios e objetivos, a falta de uma linguagem comum bem definida pelos provadores ou a prevalência de critérios individuais e hedônicos. Isso diminui a definição de uma prova interpretativa, na qual esperamos obter conclusões técnicas para tomar decisões, já uma prova analógica, que descreve bem o vinho, mas não fornece conclusões de utilidade técnica.
Nos 20 anos de trabalho com o ‘Institut de la Dégustation de Tours’ consolidamos uma metodologia de degustação adaptada às diferentes necessidades, seja ela uma prova analógica descritiva focada no posicionamento do mercado ou a definição do produto ou simplesmente uma prova interpretativa usada no processo e produção.
No nosso painel da AZ3 trabalhamos um vocabulário e interpretações comuns num exame sensorial do vinho: perfil de maturação (vegetal, fresco, neutro, maduro, sobre maduro), estilos aromáticos (pirázico, tiólico, fermental, terpénico), estilos tânicos (reativo, duro, redondo), conceitos como volume, estrutura, gordura, harmonia, etc. são interpretados de forma consistente.
Na nossa consultoria sensorial transmitimos valor nos diferentes objetivos e formatos:
- Napping posicionamento de mercado.
- Napping posicionamento da gama.
- ‘Kit Molecular’: praticar com 53 moléculas aromáticas ligadas a processos.
- ‘Scan barrica’: definição do perfil de madeira.
- Acompanhamento do estágio.
- Formação de painéis de prova.
Embora a vindima esteja concluída, os vinhos, como um recém-nascido, precisam de atenção, cuidado e mimo. É necessário prová-los com frequência e sempre com um objetivo e a metodologia correta.
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